Profissões que não existem mais

Com a evolução da mão-de-obra e a capacitação industrial, a variedade de empregos e posições aumentou radicalmente em todo o mundo. Mas você já parou para analisar que algumas profissões que antigamente eram tão freqüentes, hoje já estão quase extintas e não existem mais?  São profissões, benfeitorias e situações que não existem mais e que com o desaparecimento de profissões que antigamente eram repassadas de pai para filho, elas ficam somente como histórias no passado.

Telegrafista

Foi uma profissão que era muita utilizada no Século XVIII. Depois da criação da primeira linha telefônica em 1844, começaram então a criar este serviço onde o profissional ficava responsável por disponibilizar a transmissão e receber mensagens por meio de códigos. A telegrafia teve como seu maior inventor o eletricista Samuel Breese Morse, a quem depois recebeu homenagem em códigos conhecidos como Código Morse. Hoje em dia é uma das profissões que não existe, mas pode ser comparada como um sistema atual de operações das empresas que hoje em dia é totalmente digitalizada ou ao processo de telégrafos e envio de cartas que o Correio tem. Foi uma profissão que ajudou neste desenvolvimento tanto de criação de estilos nas profissões como de crescimento do mundo.

Lanterninha de Cinema

Com o avanço e modernização das salas e ambientações do cinema, os ‘lanterninhas’ de Cinema já perdiam espaço na década dos anos 80 e, hoje em dia, estão extintas. Uma das profissões que ganhava bastante espaço em grandes cinemas no mundo hoje se entregou de vez a evolução. Meu avô mesmo sempre me dizia que a emoção antigamente era você assistir um filme na sala de cinema e sempre que tinha dúvidas ou quisesse algo, era só chamar os famosos lanterninhas que eles estavam sempre ali de lanterna na mão e pronto a atender a você ou qualquer um que precisasse. Uma das profissões que não existe mais, no entanto, fica guardado na mente de muitos que viveram esses momentos.

Leiteiro 

Profissão que era bastante freqüente antigamente entre os grandes varejos e donas de casas. Era uma profissão que basicamente era complemento para a comercialização do leite, onde o próprio leiteiro faria a entrega de porta-a-porta nas casas dos consumidores. Além do leite, não era raro ele entregar outros condimentos como ovos, pães e carnes para as pessoas, mas basicamente era popularmente conhecido como leiteiro. Tradicionalmente essa profissão era exercida por homens que entregavam as garrafas com leite pela manhã em todas as casas. Em 2006 nos Estados Unidos, foram constatadas as aposentadorias dos últimos leiteiros, profissão que não tem mais registro oficial

Acendedor de Lampião

Era considerado um emprego de extrema importância no século XIX e era repassado para outras gerações para a manutenção de serviço da profissão. O ofício ficou bastante conhecido assim com os estafetas e construtores de carroças que hoje em dia apelaram para as mudanças da tecnologia. Eles tinham que cumprir e abastecer os combustores que iluminavam as ruas por grandes cidades ao redor do mundo. A profissão se apagou assim como o último lampião a gás. Hoje, com a modernização e criação de postes de luz, já não existe mais essa profissão que também passou e deixou a sua marquinha na história do desenvolvimento do mundo.

Datilografo

Desde a Classificação Nacional de Profissões em 2007, essa profissão não é mais exercida. Parte disso se vem com o grandioso salto tecnológico de aceleração no mundo todo. Essa profissão tinha como essência a arte de escrever, que hoje em dia continua sendo uma relíquia e tinha uma técnica básica e fundamentada para seu uso. Foi uma das profissões de grande importância para a atual modernização dos escritórios de diversas empresas ao redor do mundo. Também é raro se achar hoje em dia a máquina de escrever que foi substituída por computadores equipados e grandiosos.
Por citar sobre essa profissão passada, encontrei uma pequena história de Ron Mingo que foi o datilografo mais rápido no final dos anos 70. Ele chegou a perder uma média de 25 empregos por escrever rápido demais. Isso mesmo ele chegou a perder por ser ágil no que fazia, pois ninguém conseguia passar trabalho nos quais ele conseguisse ficar 8 horas diárias para trabalhar.
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